By Alessandra Tavares

Inovação: como inserir esta cultura na sua empresa

 Como saber se a equipe precisa ser inovada? Esse é um dos questionamentos que rondam a mente de muitos gestores ao pensar em inovação como estratégia. A resposta é mais simples do que parece: toda equipe precisa ser inovada! 

Mas calma, inovar não significa trocar a equipe, e sim prepara-la para desafios que hoje não existem no dia a dia dela, mas que podem ser o grande diferencial para ela e a empresa sobreviverem no mercado. É fundamental que a organização tenha algumas áreas preparadas para pensar num futuro, porque ele é incerto e será a realidade da empresa.  

Inovação é, de um modo geral, fazer diferente algo que está sendo feito, fazer algo que ainda não está sendo feito ou deixar de fazer algo porque não faz mais sentido. É ter essa percepção agora, pensando, também, lá na frente. 

É importante que a empresa tenha em mente uma coisa: é preciso incentivar que os erros aconteçam, porque sem erro não há inovação e vice-versa. Não errar significa estar estagnado e, algumas organizações instauram a sensação de medo do erro na equipe. Quando se erra, se aprende. Quando se faz coisas diferentes, o risco é maior, mas a chance de ganhar também é muito maior. 

Dito isso, é possível elencar várias estratégias que podem ajudar nessa tarefa de inovação: 

  • Falar com pessoas de outras áreas, empresas e segmentos: esse intercâmbio de informações dá a chance da empresa ver o problema de outro ângulo. É comum achar que o seu negócio é único, mas a maneira como as outras empresas resolvem problemas dá uma chance imensa de conseguir adaptar isso na sua rotina e resolver os seus problemas de uma maneira que a concorrência não consegue.  
  • Trazer parceiros para desenvolver coisas juntos: essa parceria faz com que, de uma forma colaborativa, sejam criadas visões novas, afinal informação compartilhada gera mais possibilidades de resultado. 
  • Informar-se com a área de qualidade: essa área traz muitas ferramentas que, se usadas para desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos, podem ajudar a melhorar sua empresa e incentivar a equipe como um todo a pensar fora da caixa.  
  • Usar métodos e técnicas para trabalhar a criatividade: criatividade é uma competência e, como tal, pode ser desenvolvida. Existem pessoas que possuem mais dificuldade, assim como existem pessoas que têm mais facilidade para liderar ou se comunicar. Porém, qualquer pessoa pode melhorar as competências através de métodos, treinos e repetição. Uma técnica que pode ajudar bastante no desenvolvimento de pensamento criativo é a dos “6 chapéus do pensamento”. Ela funciona da seguinte forma: 


A inovação leva tempo, tentativa e erro, mas é fundamental para a empresa, afinal ela ajuda a resolver a causa do problema, ao invés de desperdiçar tempo e dinheiro corrigindo apenas a consequência. 

Está esperando o quê? Inove-se! 😉  

By Alessandra Tavares

Inovação: como ela transformou as empresas e a gestão de pessoas

Pensando nas mudanças que aconteceram nos últimos tempos, a inovação proporcionou uma grande evolução no modo de trabalhar. Antes havia o processo de agricultura, no qual não era necessária muita gestão nem hierarquização formal, afinal era uma estrutura de trabalho familiar. Eles dependiam do clima e seguiam à risca a premissa de que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.  

Em seguida, aconteceu a Revolução Industrial, a qual fez os trabalhadores rurais abandonarem a agricultura e migrarem para trabalhos nas indústrias da cidade. Com isso, o desafio passou a ser o que fazer para que pessoas de famílias diferentes, motivações diferentes, pudessem trabalhar juntas para produzir. Nesta época, surgiram os sindicatos, para dar ordem e representatividade a esses trabalhadores. Com a revolução industrial, começou a corrida pelo melhor maquinário. Sairia na frente a empresa que tivesse os melhores equipamentos. Quando os concorrentes conseguiram os mesmos equipamentos e os resultados continuavam visivelmente diferentes, percebeu-se que o diferencial era quem os operava. 

A era dos computadores é um outro bom retrato desse cenário da visão de pessoas como diferencial da empresa. Com o tempo, a informação passou a se tornar cada vez mais disponível, o que passou a ditar a competitividade do mercado. Porém, com a era da informação crescendo, houve uma democratização dessa informação, que parou de ser vista como um diferencial.   

A diferença passou a ser, então, o que as pessoas faziam com a informação que possuíam. A atenção se voltou a essas mentes pensantes, ao capital humano cuja produção é maior por menos custo. O colaborador virou, então, o grande alvo e diferencial competitivo das empresas.  

Como a atenção se voltou para as pessoas, o RH teve que se reinventar, afinal, ter e manter os melhores colaboradores passou a ser o diferencial competitivo. E, para este novo desafio, era preciso fazer mais do que seguir as leis. O trabalho tinha que ser encantador, porque as motivações também mudaram com o passar das gerações.  

Antigamente, o nível de obediência era maior. Hoje, cada vez mais aumenta o desejo de que o colaborador vista a camisa da empresa, não que ele só cumpra o contrato, mas que ele se dedique de verdade. Isso está ficando cada dia mais difícil, porque as novas gerações não trabalham mais por estabilidade, elas buscam um propósito. Vendo isso, as empresas entenderam que precisam alinhar o propósito que possuem ao do colaborador, se quiser que ele fique lá por bastante tempo. 

Isso mudou, também, a forma de treinar os colaboradores. Antes os treinamentos eram mais simples e técnicos. Hoje, não basta ter só a melhor mão-de-obra, é preciso faze-la pensar no presente e no futuro. Para que o colaborador fique lá por mais tempo e vista a camisa como desejado, o treinamento passa a trabalhar questões psicológicas e motivacionais, que no passado eram irrelevantes. A ideia, então, não é mais apenas adquirir mais conhecimento e absorver informação, é aplica-la de uma forma diferente que gere mais resultado. É que é feito com essa informação.  

Para todas essas mudanças aconteceram, o RH precisou de inovação! Antes essa era uma área que mal tinha sistema. Mas hoje, como se tornar estratégico sem números? Por isso, vários sistemas foram implementados, pensando do início ao fim do processo de gestão de pessoas. Os sistemas ERPs (Enterprise Resource Planning) ajudam a demonstrar o impacto das ações de RH dentro dos resultados gerados na empresa. 

Com tudo isso, o RH passou a treinar os colaboradores e prepara-los para o futuro da empresa, do qual a única certeza é de que ele terá problemas complexos para serrem resolvidos. Destaca-se, portanto, a empresa que se prepara para conseguir emergir nesse futuro incerto e conseguir pensar em soluções para esses problemas ainda desconhecidos. 

A inovação é mais fácil do que parece… Já é hora!  

By Alessandra Tavares

Andragogia: o que é e como ela pode ajudar sua empresa

Afinal, o que é andragogia? É a ciência que estuda como os adultos aprendem – andros (adultos); gogos (educar). A técnica foi criada em 1833, por Alexander Kapp, mas foi difundida por Malcolm Knowles, apenas em 1970.

Parte-se do princípio de que os adultos aprendem de uma maneira diferente das crianças, porque eles já possuem um conceito formado anteriormente. Diferentemente da pedagogia, na andragogia há uma troca e o facilitador não ensina, ele facilita a conexão dos conceitos. Assim as chances de o indivíduo colocar o aprendizado em prática são muito maiores. Devido a isso, a técnica é muito usada no meio corporativo, através de treinamentos. Neste caso, o participante sai do papel passivo e entra no papel ativo, se tornando protagonista do próprio aprendizado.

O objetivo desses treinamentos é conseguir alguma mudança de comportamento. Mas vale ressaltar que a técnica não serve apenas para treinamentos comportamentais, funciona também para os técnicos. Ao incentivar o participante a pensar, interagir, trazer a experiência para ele, ele começa a perceber que o ensinamento colocado vai ajudá-lo a resolver problemas do dia a dia. Com isso, existe uma propensão muito maior de que ele se aproprie daquele conhecimento e faça uso na rotina.

As empresas que não fazem uso da andragogia, acabam fazendo treinamentos pouco funcionais, que são muito técnicos e difíceis de absorver, ou não exploram a conexão com o dia a dia. Estes treinamentos não geram muito retorno em termos de resultados, além de consumirem tempo e, muitas vezes, demandarem um investimento financeiro.


Isso não acontece apenas no ramo profissional, mas sim no educacional também. A andragogia não é muito utilizada como metodologia de ensino no Brasil em cursos de graduação e pós-graduação, por exemplo. Geralmente é usado o ensino pedagógico (voltado para crianças) e não andragógico, o que acaba tornando ineficiente o aprendizado em muitos casos.

Se há uma técnica para ensinar adultos, porque insistir em usar modelos que os ensine como as crianças? Está a hora de pensar nisso, se o objetivo é atingir resultados. 😉

 

By Redatora Ellune

Fim de ano: aproveitando o clima para unir sua equipe

Apesar de toda a correria de dezembro, esse mês também traz as energias boas e festivas do natal e do ano novo, não é mesmo? É muito importante que todos os ciclos sejam encerrados antes do início de um novo, por isso as pessoas celebram tanto. Aproveitar esse clima de fim de ano para unir sua equipe de funcionários é um ótimo de jeito de garantir um bom começo do ano que está por vir.

Neste período de fim de ano, as pessoas ficam realmente mais gentis, mais receptivas e mais dispostas, inclusive, às mudanças. É um bom momento para dinâmicas que envolvam todos os funcionários de um departamento e os reúnam no intuito de traçar novas metas para o próximo ano e elaborar novos processos e planos de trabalho. Isso não apenas faz parte de um planejamento, que é muito necessário, mas também une as pessoas, o que gera muito mais resultados.

Confraternizações como amigos secretos/amigo da onça e algumas horas num happy hour são boas opções para tirar seus funcionários do ambiente empresarial. Esses ambientes mais descontraídos fazem com que as pessoas se sintam mais a vontade, até mais naturais em relação a alguns colegas de trabalho ou a determinados assuntos. É ótimo! As pessoas passam a se conhecer melhor, se entender melhor e quem sabe ainda não resolvem alguma desavença. Repare como isso realmente acontece com as equipes apenas de mudar o ambiente e os assuntos 🙂

Algumas empresas apostam em churrascos, jantares e até mesmo shows. Se sua empresa tem esse porte financeiro, faça esse investimento. Isso faz parte do processo de gestão de pessoas e é uma maneira de reconhecer o esforço dos seus funcionários. Outra ideia é unir sua equipe por uma causa através de um jogo ou uma pequena gincana. Além de ajudar uma instituição, você ainda tem o bônus dessa união que esses momentos juntos geram.

Maaaas, se você quer inovar, aqui vai uma dica preciosa: o Challenge Room! Esse jogo de escape é uma grande tendência das empresas, seja para confraternizações, seja para processos seletivos. Oi? Do que você está falando, Alê? Calma que eu te explico…

O Challenge Room é um estilo de jogo com diversos desafios interativos dentro de uma sala que precisam ser desvendados para que os participantes consigam ‘vencer’ o jogo. O nível de dificuldade ainda aumenta porque existe um tempo determinado para a descoberta dos enigmas, que precisam ser resolvidos em equipe. Além de ser um lugar onde as pessoas interagem de maneira mais natural, é um jeito lúdico e diferente de estimular as parcerias dentro da empresa.

Gostou de alguma das ideias? Aproveite esse fim de ano e tente aplicar na sua empresa! A probabilidade do ano começar com mais resultados por aí é ainda maior 🙂

 

By Redatora Ellune

Como a gentileza pode melhorar o ambiente de trabalho de uma empresa? 

Desde criança aprendemos a usar as “palavras mágicas”, o que nossos pais chamam de educação. Lembra-se disso? Essas palavras são gentilezas sutis, que mostram que nos importamos com a outra pessoa, seja com um desejo de bom dia, seja com um agradecimento.Quando nos tornamos adulto parece que essas palavras e gestos ganham ainda mais força enquanto que, ao mesmo tempo, se tornam cada vez mais raras no nosso dia a dia.

No ambiente de trabalho é comum a gentileza ficar em segundo plano. Às vezes, a gentileza perde lugar para a “pressão”, às vezes para a “competição”, para “alcançar metas”, etc.. Nesse contexto, quem é que lembra de oferecer ajuda ao colega da mesa ao lado? Ou quem agradece a entrega de um relatório? O que te impede de elogiar algo no trabalho do outro? Pra completar o cenário, ainda tem a presssa. Na correria do cotidiano, ninguém agradece, só pede, já notou isso? Há uma tendências das cobranças serem do tipo “direto ao ponto”.

Existe também uma crença de que quanto mais você cresce hierarquicamente no seu trabalho, menos gentil você é. Ainda que suas responsabilidades aumentem e que, consequentemente, seu tempo diminua, você precisa encontrar uma maneira de preservar atos gentis, seja na resposta de um e-mail, seja no convívio com seus funcionários.

Fazer uma gentileza é cuidar da sua relação com alguém, é mostrar que você se importa. Quando você é gentil, por exemplo no trabalho, uma relação é construída com aquela pessoa de maneira que fica muito mais fácil conseguir aquilo que precisa, pois gera reciprocidade. Eu faço por você hoje, amanhã você faz por mim!

Pequenos gestos podem falar muito de você e uma gentileza, por mais sutil que ela seja, faz com que toda a empresa ganhe, desde a relação harmoniosa, até o aumento da produtividade e a vontade de participar daquilo! E claro, o clima de um ambiente de trabalho é um fator determinante para ficar ou sair de uma empresa, então pense se você faz sua parte para contribuir com isso.

Você já fez uma gentileza por aí hoje? 🙂

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