By Redatora Ellune

Dicas geniais de CEO’s famosos: como fazer uma boa reunião

Reunião de negócios está presente no dia a dia de qualquer empresa, certo? Mas o que a torna boa e efetiva? 7 grandes CEO’s do mundo contaram o que eles consideram fundamental para uma boa reunião. Mas antes, vamos esclarecer: você sabe o que significa a sigla CEO?

CEO vem do inglês Chief Executive Officer, que significa Diretor Executivo. É a pessoa com maior autoridade dentro da hierarquia operacional de uma empresa. Esta função é mais usada em empresas grandes, como multinacionais, que necessitam de alguém como o CEO para estar à frente da organização.

Dito isso, agora é hora de conferir as dicas preciosas dos 7 grandes CEO’s do mundo e seguir o exemplo de quem tem propriedade no assunto:

 1. Jeff Weiner (LinkedIn)

 Em uma reunião, antes de tudo, peça para que todos compartilhem uma vitória pessoal e profissional. Isso dará energias positivas à reunião e deixará todos estimulados e animados para novas conquistas.

2. Edwin Catmull (Pixar)

 

Não negue uma ideia logo de cara. Se ela tem potencial, mesmo que pareça confusa, adote-a para poder refina-la como deseja. Ao criar um ambiente aberto, as pessoas se sentem confortáveis em compartilhar suas ideias sem julgamentos. Algo aparentemente irrelevante pode ganhar grandes proporções quando compartilhado e melhorado com a equipe.

3. Jeff Bezos (Amazon)

 

Não prefira o consenso de imediato, somente por ser mais fácil e confortável. Desafie, escute, discuta sobre os pontos com a equipe antes de tomar uma decisão concreta.

 4. Marissa Mayer (Yahoo!)

 

Reuniões são feitas para tomar decisões, por isso é preciso que você peça dados a quem propor uma nova ideia. Essas decisões só podem ser tomadas com base em dados, não em opiniões.

 5. Larry Page (Google)

 Uma boa reunião possui 3 regras básicas: não deve haver mais do que 10 pessoas em uma reunião; é essencial a presença de um tomador de decisões; nenhuma decisão deve ser adiada e esperar por uma reunião.

 6. Steve Jobs (Apple)

 

Convoque para reuniões apenas pessoas absolutamente necessárias, não ultrapassando um único dígito. Muitas vozes são contraproducentes.

 7. Sheryl Sandberg (Facebook)

Uma checklist ajuda a organizar o tempo e as ideias. Leve anotações com tudo que deve ser discutido e decidido na reunião, para não esquecer nada e não perder tempo com discussões desnecessárias.

 E você, está fazendo suas reuniões da forma correta?

By Redatora Ellune

Coaching: principais dúvidas sobre o processo

Há muitas dúvidas em torno do processo de coaching, que faz cada vez mais sucesso entre pessoas e empresas ao redor do mundo. Mais de 40% dos executivos americanos já passaram por um processo de coaching,  88% no Reino Unido e 70% na Austrália. Mas afinal, o que é coaching? Tire essas e outras dúvidas sobre o assunto:

  1. O que é coaching?

Coaching é uma atividade de desenvolvimento pessoal, na qual o “facilitador” (coach) ajuda uma pessoa (coachee) a evoluir em algum aspecto da vida ou carreira, de forma encorajadora e positiva. O conceito surgiu em 1830, na Universidade de Oxford, quando um tutor particular ajudava alunos a se prepararem para uma determinada matéria.

  1. Por que o processo de coaching é efetivo?

Há muitos motivos, dentre eles estão: troca de experiência com foco no cliente; criação de um ambiente de desafio intelectual; suporte emocional; criação de um ambiente seguro e de total confiança; ritmo de execução e feedbacks mais objetivos.

Além disso, o coaching proporciona liberdade, livrando o coachee das amarras de crenças que limitam a capacidade de reflexão. Isso ajuda a tomar decisões, abrir a mente, e caminhar rumo aos objetivos de uma forma mais livre.

  1. Quem contrata um coach?

Proprietários, consultores, CEOS, gerentes, profissionais liberais, profissionais do ramo criativo, atletas, estudantes, concurseiros e qualquer pessoa que precisa de ajuda para alcançar um objetivo específico.

  1. Quais são os objetivos do coaching?

O foco é sempre o coachee, no crescimento dele, por ele e para ele. Com isso o coaching tem por objetivo proporcionar autoconhecimento; promover equilíbrio entre vários aspectos da vida; ajudar na libertação de crenças limitantes; ajudar a realizar sonhos e encontrar propósitos na vida; ampliar a capacidade de pensar, se comunicar e agir; possibilitar maior produtividade e lucratividade; e ajudar a desenvolver relacionamentos saudáveis e positivos.

  1. Quais são os benefícios do coaching?

O processo permite que o coachee conheça melhor a si mesmo, descubra quais são os valores e princípios que possui e desperte para encontrar o próprio caminho até o objetivo final. Isso é possível ao encontrar objetivos mais recompensadores; acelerar o desenvolvimento pessoal e profissional, tornar o raciocínio mais rápido e claro; criar uma vida com mais sentido; e facilitar o aprendizado e assimilação do que é novo.

E então, ficou mais claro o que é esse processo e como ele pode te ajudar em todos os âmbitos da vida?

By Redatora Ellune

Gamificação: o que é e por quê aplicá-la na sua empresa

Em um reino muito distante, havia uma agência de comunicação integrada, cujos sócios João e Maria eram responsáveis pela parte comercial da empresa. Época de crise, escassez de contratos, ambos perceberam que os clientes chegavam apenas por indicação. Com a orientação de um coaching, resolveram fazer um jogo para sair da inércia, que consistia em: quem marcasse 10 reuniões com clientes potenciais, em um mês, com um mínimo de 6, ganharia o jogo. O perdedor deixaria o celular com o vencedor durante uma semana – lembrando que João e Maria eram viciados em celular!

Durante os quatro primeiros dias, João e Maria ficaram 100% focados em captação de clientes e agendamento de reuniões. João até comprou camisas novas e Maria, que já era viciada em café, teve crise de gastrite por ter bebido ainda mais café nas nove reuniões que conseguiu agendar.

No terceiro dia, Maria já havia marcado nove reuniões e percebeu que era muito mais simples do que parecia, só faltava disciplina e planejamento. João, que tinha mais dificuldade para lidar diretamente com os clientes, percebeu com o jogo que ele era boicotado pela própria insegurança e que vivia procrastinando por causa disso.

O jogo se tornou ainda mais interessante e saudável quando os outros integrantes da agência se dividiram em torcidas organizadas para estimular os sócios, com tabela de contagem e prêmios que envolviam os torcedores também.

Após duas semanas, a agência havia triplicado o número de capitação de clientes!

Na verdade, esse reino não é tão distante assim e faz parte da realidade de muitas empresas ao redor do mundo. O processo que aconteceu na agência de João e Maria é conhecido como gamificação, ou gamification, que nada mais é do que uma estratégia de interação entre pessoas, através de dinâmicas de jogos (games) para motivá-las, engaja-las e recompensá-las. O intuito é resolver problemas, principalmente quando aplicado em empresas. É uma solução descontraída, que estimula a competição de uma forma saudável, para que os envolvidos se sintam incentivados a atingir determinado objetivo.

Os princípios dessa técnica – de recompensa e punição – são muito antigos. As empresas nunca tiveram uma maestria muito grande para ministrá-los e, de certa forma, com a aplicação da gamificação, elas passaram a trabalhar com esses princípios de uma maneira mais indireta e descontraída, deixando-os menos pesados para todas as partes envolvidas.

A gamificação é um processo relativamente novo, que teve início em meados de 2010. Desde então, mais de 350 empresas de grande porte lançaram projetos de gamificação, como Adobe, NBC, Ford e eBay, de acordo com Huffington Post. Mas não é preciso ser uma grande empresa para aplicar a técnica, como foi o caso da agência de João e Maria. Por ambos serem jovens, a gamificação foi ainda mais eficaz. Isso porque o sucesso dela se dá justamente pelo fato de ter se popularizado em todas as faixas etárias, em especial os mais jovens, que são mais familiarizados e engajados com o universo da tecnologia, tempo acelerado e games como um todo. Isso pode ser percebido pela pesquisa realizada por Talent LMS, na qual 80% das pessoas entrevistadas disseram que seriam mais produtivas se as empresas usassem essa técnica.

Há dois starts quando o assunto é gamificação: propósito e transpiração. O propósito é o motivo pelo qual os envolvidos estão participando e fazendo aquilo, mas ele não garante que esse engajamento e dedicação permaneçam após o término dos jogos. Já a transpiração vai ser justamente essa dedicação extra, que será aplicada quando os envolvidos já estiverem exaustos e a inspiração não for mais encorajadora o suficiente para eles seguirem em frente. No caso da agência de João e Maria, o propósito foi a captação de clientes e a transpiração a perda do celular.

O bônus é a inspiração, o ônus é a transpiração, ou seja, se os envolvidos não vão se dedicar mais pelo que ganharão com isso, o que eles deixam de ganhar ao perderem o jogo? Essa inversão de pensamento serve de estímulo para continuarem e saírem da inércia.

Ainda pensando no âmbito profissional, a gamificação, ao ser aplicada em empresas, gera um sentimento de conquista, superação e permite medir o desempenho de cada participante de uma forma mais prática, além de envolver mais todos os colaboradores e descontrair o ambiente. Foi possível perceber quais as dificuldades de João e Maria, e como superá-las, separadamente.

Quando os processos se tornam gamificados, é importante que o objetivo deles seja contribuir para os resultados da empresa, como a captação de clientes, por exemplo, afinal, os participantes colocarão mais energia nesses games, então esse envolvimento não pode ser desperdiçado com objetivos que não atendem as necessidades da empresa.

E, aí? Você está pronto para seguir o exemplo e aplicar a gamificação na sua também? Que os jogos comecem! 😉

 

By Redatora Ellune

5 regras de ouro para melhorar a comunicação de um líder

Um dos fatores fundamentais para classificar um bom líder é a comunicação. Saber se comunicar não é apenas “falar bonito”, usar palavras difíceis e dominar as práticas corporais da fala. É preciso, antes de tudo, reputação e diálogo. Pensando nisso, separamos 5 regras de ouro para conquistar o que for necessário para melhorar sua comunicação:

#1 Imparcialidade: Um bom líder coloca a opinião profissional a frente da pessoal sempre. Mesmo que não concorde, você sabe que está a serviço da organização, por isso precisa agir de acordo com o que ela acredita;

#2 Coerência: Você precisa ter coerência entre o que fala e o que faz, ser o espelho, o exemplo para seus colaboradores. Não se esqueça que o líder é a maior ligação entre a organização e a prática, logo liderar é dar vida à empresa;

 #3 Flexibilidade da linguagem: Ter uma linguagem flexível, tanto para cima quanto para baixo, permite que que você consiga se adaptar ao se comunicar com variados tipos de pessoas, seja colaborar, cliente ou o presidente da empresa;

#4 Coragem: Líderes são corajosos. Não tenha medo de se comunicar. Se você seguir essas regras de ouro, terá verdade e integridade no que está falando, logo não terá motivos para temer. Você acaba criando autoconfiança, que é automaticamente transmitida ao interlocutor;

#5 Prática: Por fim, é preciso de prática recorrente. Seja através do feedback, ou de pequenas observações no dia a dia, a comunicação precisa existir diariamente e repetir para que você pratique o diálogo e conquiste a reputação, que são essenciais para esse processo de comunicação dar certo.

E, aí? Pronto para colocar essas regras em prática e dominar sua comunicação? A hora é agora!

By Redatora Ellune

Programas de liderança personalizados: como eles ajudam empresas a enfrentar a crise

Muitas empresas estão acostumadas a trabalhar com treinamentos padrão, baseados em melhores práticas de mercado e formulados de maneira generalizada. São serviços que funcionam para algumas empresas, mas para quem busca resultados mais rápidos e efetivos, a personalização é a melhor alternativa. Programas de liderança personalizados desenvolvidos por empresas com esta expertise, como é o caso da Ellune, fazem um diagnóstico bem primoroso para entender qual é o cenário atual, buscam compreender o que o cliente espera desse tipo de serviço e desenham um programa específico para atender todas as necessidades com eficiência e rapidez.

Além de levar em conta os problemas internos da empresa, é fundamental considerar os externos a ela, como o cenário econômico e político em que ela está inserida. Nos últimos anos, as pesquisas apontam que o orçamento para investimentos vem diminuindo e que a área de recursos humanos vem sendo bastante afetada. Em 2017, essa redução se estagnou, e, esse ano, 56% das empresas deve manter o orçamento no mesmo patamar de 2016, enquanto apenas 23% deve ampliar e 21% deve reduzir. É o que consta na Pesquisa de Tendências em Gestão de Pessoas 2017, realizada com 65 empresas.

Para 2017, a agenda de RH incluirá ações de treinamento, desenvolvimento, desempenho, carreira e sucessão, cargos e salários, adequação de estrutura organizacional, entre outras, o que é fundamental para o progresso. O desafio será implementar a agenda com orçamento restrito. Mesmo que a tendência seja a redução de custos, o investimento em treinamentos é fundamental nesse contexto caótico. E, dentro desse cenário, o treinamento personalizado se mostra mais estratégico.

Esse investimento é inteligente porque potencializa os resultados, desde que seja um programa bem estruturado e com acompanhamento. Isso garante que a empresa vá fazer com que os líderes transformem conhecimento em prática, e, necessariamente, obtenha um ganho em todos os outros indicadores, porque a liderança que conduz as pessoas para os resultados esperados.

As vantagens para a empresa, ao escolher por esse tipo de treinamento, são o aumento de chances de aplicar e ver o resultado o quanto antes, e conseguir medir esse resultado com mais clareza – já que a problemática foi pré-definida e permite que haja uma comparação de antes de depois.


Os programas de liderança personalizados trabalham com cases que fazem parte da realidade que a empresa vive, ou seja, os exercícios levam em conta situações reais que os líderes estão passando. Com isso, a chance de saírem dali já aplicando e vendo resultado logo na sequência, é muito maior.

E você, já fez algum programa de liderança personalizado, antes? Que tal começar agora?

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