By Alessandra Tavares

RH: descubra como tornar o setor mais estratégico

O setor de Recursos Humanos, popularmente conhecido como RH, é uma das áreas mais importantes dentro das empresas, afinal administra e desenvolve aquilo que faz a empresa funcionar: as pessoas. 

Com as mudanças de mercado, o RH acabou passando por algumas transformações e começou a ser visto como um ponto estratégico dentro das companhias. Percebeu-se que o setor podia ser mais explorado para outras ações, não apenas reativas.  

E é exatamente essa mudança que difere o RH operacional do RH estratégico: 

RH operacional: antigamente chamado de Departamento Pessoal, é o RH tradicional, reativo, que exerce funções burocráticas e administrativas relacionadas às pessoas, reagindo apenas ao presente. Este tipo de RH é extremamente importante para a empresa, pois se preocupa em resolver problemas rotineiros que surgem. Porém, o foco do RH operacional não está tão ligado à visão de longo prazo, nem como oferecer suporte em termos de pessoas para que essa visão seja atingida.  

RH estratégico: como o próprio nome diz, ele pensa em estratégicas para o futuro da empresa. Ele atua diretamente no desenvolvimento da organização, faz parte das tomadas de decisão para dizer se determinada ação é arriscada ou não, se é preciso contratar mais gente, se é preciso de um planejamento, um curso, engajamento da equipe e etc. Este RH é a área que olha para o negócio, qual a direção que ele quer caminhar e, em termos de pessoas, entende o que é preciso para chegar lá. A partir disso, ele começa a desenvolver práticas estratégicas de gestão de pessoas para dar suporte à empresa, para ela chegar onde precisa. 

Ambos os tipos são importantes, claro, mas é extremamente fundamental ter um RH estratégico na empresa, caso contrário ela corre um grande risco de não conseguir se estruturar para os futuros que existem, e acabar perdendo oportunidades ou posicionamento de mercado por problemas pequenos, como falta de preparo dos colaboradores ou número insuficiente de pessoas em um projeto, por exemplo. 

Ok. Mas como fazer para estruturar um RH estratégico? 


Bom, é preciso que os profissionais da área compreendam que pessoas, processos e números caminham juntos. Ao englobar isso tudo, o segundo passo é sair da zona de conforto e pensar no futuro (da carreira e da empresa). O que é preciso para ser visto como um tomador de decisão? Fazer algum curso? Então faça. O RH precisa ampliar as possibilidades, entender de negócios, estatística, estratégias, gerenciamento de crise. Pensar nos objetivos da empresa, estar preparado para problemas futuros e como soluciona-los. 

Dessa forma, tanto o RH quanto a empresa estarão preparados para um futuro promissor. E cheio de mudanças.  

By Alessandra Tavares

Inovação: como ela transformou as empresas e a gestão de pessoas

Pensando nas mudanças que aconteceram nos últimos tempos, a inovação proporcionou uma grande evolução no modo de trabalhar. Antes havia o processo de agricultura, no qual não era necessária muita gestão nem hierarquização formal, afinal era uma estrutura de trabalho familiar. Eles dependiam do clima e seguiam à risca a premissa de que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.  

Em seguida, aconteceu a Revolução Industrial, a qual fez os trabalhadores rurais abandonarem a agricultura e migrarem para trabalhos nas indústrias da cidade. Com isso, o desafio passou a ser o que fazer para que pessoas de famílias diferentes, motivações diferentes, pudessem trabalhar juntas para produzir. Nesta época, surgiram os sindicatos, para dar ordem e representatividade a esses trabalhadores. Com a revolução industrial, começou a corrida pelo melhor maquinário. Sairia na frente a empresa que tivesse os melhores equipamentos. Quando os concorrentes conseguiram os mesmos equipamentos e os resultados continuavam visivelmente diferentes, percebeu-se que o diferencial era quem os operava. 

A era dos computadores é um outro bom retrato desse cenário da visão de pessoas como diferencial da empresa. Com o tempo, a informação passou a se tornar cada vez mais disponível, o que passou a ditar a competitividade do mercado. Porém, com a era da informação crescendo, houve uma democratização dessa informação, que parou de ser vista como um diferencial.   

A diferença passou a ser, então, o que as pessoas faziam com a informação que possuíam. A atenção se voltou a essas mentes pensantes, ao capital humano cuja produção é maior por menos custo. O colaborador virou, então, o grande alvo e diferencial competitivo das empresas.  

Como a atenção se voltou para as pessoas, o RH teve que se reinventar, afinal, ter e manter os melhores colaboradores passou a ser o diferencial competitivo. E, para este novo desafio, era preciso fazer mais do que seguir as leis. O trabalho tinha que ser encantador, porque as motivações também mudaram com o passar das gerações.  

Antigamente, o nível de obediência era maior. Hoje, cada vez mais aumenta o desejo de que o colaborador vista a camisa da empresa, não que ele só cumpra o contrato, mas que ele se dedique de verdade. Isso está ficando cada dia mais difícil, porque as novas gerações não trabalham mais por estabilidade, elas buscam um propósito. Vendo isso, as empresas entenderam que precisam alinhar o propósito que possuem ao do colaborador, se quiser que ele fique lá por bastante tempo. 

Isso mudou, também, a forma de treinar os colaboradores. Antes os treinamentos eram mais simples e técnicos. Hoje, não basta ter só a melhor mão-de-obra, é preciso faze-la pensar no presente e no futuro. Para que o colaborador fique lá por mais tempo e vista a camisa como desejado, o treinamento passa a trabalhar questões psicológicas e motivacionais, que no passado eram irrelevantes. A ideia, então, não é mais apenas adquirir mais conhecimento e absorver informação, é aplica-la de uma forma diferente que gere mais resultado. É que é feito com essa informação.  

Para todas essas mudanças aconteceram, o RH precisou de inovação! Antes essa era uma área que mal tinha sistema. Mas hoje, como se tornar estratégico sem números? Por isso, vários sistemas foram implementados, pensando do início ao fim do processo de gestão de pessoas. Os sistemas ERPs (Enterprise Resource Planning) ajudam a demonstrar o impacto das ações de RH dentro dos resultados gerados na empresa. 

Com tudo isso, o RH passou a treinar os colaboradores e prepara-los para o futuro da empresa, do qual a única certeza é de que ele terá problemas complexos para serrem resolvidos. Destaca-se, portanto, a empresa que se prepara para conseguir emergir nesse futuro incerto e conseguir pensar em soluções para esses problemas ainda desconhecidos. 

A inovação é mais fácil do que parece… Já é hora!  

By Alessandra Tavares

Organização no trabalho: o que ela pode dizer sobre você?

Muitas pessoas passam mais tempo no trabalho do que em casa, não é? Essa realidade está se tornando cada vez mais comum. Com isso, o ambiente profissional ganha a personalidade de quem trabalha lá, portanto, a organização no trabalho acaba dizendo mais sobre a pessoa do que ela imagina. 

Como dito no conteúdo Ambiente de trabalho: como ele pode influenciar na produtividade, o local realmente influencia na rotina, e dentro disso está inclusa a organização.  

Mas antes, o que é um ambiente organizado?  É aquele em que o profissional consegue encontrar tudo que precisa sem grandes dificuldades, se sentindo confortável e, de alguma forma “em casa”. 

Agora que você já sabe melhor sobre o que estamos falando, eu te desafio a refletir: o que a sua organização no ambiente de trabalho está dizendo sobre você? Como ter, manter ou melhorar essa organização? Aqui estão algumas dicas: 

O que sua mesa diz sobre você: 

Pilhas de papéis e livros espalhados 

Pode dar a impressão de desleixo, falta de habilidade e de organização. 

#dica: pastas e organizadores de mesa são uma ótima alternativa para guardar os papéis.

Bichos de enfeite, plantas ou acessórios infantis  

Pode representar uma personalidade sensível que, muitas vezes, pode ser confundida com imaturidade. Isso pode prejudicar sua carreira caso queira passar confiança para subir de cargo, por exemplo. 

#dica: objetos que representam sua personalidade são bons para você se sentir bem, mas prefira apenas um, não muitos, de preferência com uma conotação menos infantilizada.  

Porta-retratos com fotos pessoais ou em festas  

Pode revelar exibicionismo, uma pessoa que só pensa em diversão e não leva muitas coisas a sério.  

#dica: porta-retratos são bons acessórios para sua mesa, mas prefira fotos mais discretas. 


Mesa vazia  

Pode dar a impressão de que você não tem vínculos profundos e não se apropriou do seu ambiente de trabalho, não pretende permanecer lá por muito tempo. 

#dica: deixe a mesa com a sua personalidade, mas sem exageros e com cuidado para não transmitir a mensagem errada. 

É importante lembrar que a sua organização precisa ser coerente com a cultura organizacional (o que é permito ou não pela sua empresa), e acima de tudo, ser funcional. Deixar de fácil acesso o que é primordial, arquivar em pastas o que não é de uso imediato. Além disso, ela deve transmitir quem você é e o que deseja para seu futuro dentro da empresa. Tudo deve ser pensado levando em conta o ambiente em que você trabalha, o tipo de equipe, de segmento etc… Algumas coisas se encaixam em alguns ambientes e outras, não.  

Tente fazer uma autoavaliação e com as suas conclusões, faça um plano de ação. 

Vamos lá?   

By Alessandra Tavares

Andragogia: o que é e como ela pode ajudar sua empresa

Afinal, o que é andragogia? É a ciência que estuda como os adultos aprendem – andros (adultos); gogos (educar). A técnica foi criada em 1833, por Alexander Kapp, mas foi difundida por Malcolm Knowles, apenas em 1970.

Parte-se do princípio de que os adultos aprendem de uma maneira diferente das crianças, porque eles já possuem um conceito formado anteriormente. Diferentemente da pedagogia, na andragogia há uma troca e o facilitador não ensina, ele facilita a conexão dos conceitos. Assim as chances de o indivíduo colocar o aprendizado em prática são muito maiores. Devido a isso, a técnica é muito usada no meio corporativo, através de treinamentos. Neste caso, o participante sai do papel passivo e entra no papel ativo, se tornando protagonista do próprio aprendizado.

O objetivo desses treinamentos é conseguir alguma mudança de comportamento. Mas vale ressaltar que a técnica não serve apenas para treinamentos comportamentais, funciona também para os técnicos. Ao incentivar o participante a pensar, interagir, trazer a experiência para ele, ele começa a perceber que o ensinamento colocado vai ajudá-lo a resolver problemas do dia a dia. Com isso, existe uma propensão muito maior de que ele se aproprie daquele conhecimento e faça uso na rotina.

As empresas que não fazem uso da andragogia, acabam fazendo treinamentos pouco funcionais, que são muito técnicos e difíceis de absorver, ou não exploram a conexão com o dia a dia. Estes treinamentos não geram muito retorno em termos de resultados, além de consumirem tempo e, muitas vezes, demandarem um investimento financeiro.


Isso não acontece apenas no ramo profissional, mas sim no educacional também. A andragogia não é muito utilizada como metodologia de ensino no Brasil em cursos de graduação e pós-graduação, por exemplo. Geralmente é usado o ensino pedagógico (voltado para crianças) e não andragógico, o que acaba tornando ineficiente o aprendizado em muitos casos.

Se há uma técnica para ensinar adultos, porque insistir em usar modelos que os ensine como as crianças? Está a hora de pensar nisso, se o objetivo é atingir resultados. 😉

 

By Alessandra Tavares

Eneagrama – Deu match tipo 7

O deu match de hoje é sobre o tipo mais animado do Eneagrama: 7. A alegria excessiva do tipo 7 é a forma que ele encontrou para ignorar o sentimento impulsionador da tríade mental da qual faz parte, o medo. Ele gosta de liberdade, é otimista, tem muita energia e faz vários planos para o futuro, mas nem sempre tem foco o suficiente para concretizá-los.

Como será que os outros tipos lidam com ele nos relacionamentos, hen?

Vamos descobrir:

  • Tipo 7 + 1

Forças: Ambos são criativos para o aperfeiçoamento;

Fraquezas: Foco e disciplina do tipo 1 vs excitação e distração do tipo 7;

  • Tipo 7 + 2

Forças: Ambos são entusiasmados;

Fraquezas: Emoção e orgulho do tipo 2 vs fuga e intolerância à emoção do tipo 7;

  • Tipo 7 + 3

Forças: Ambos são otimistas, se preocupam com a imagem e atração;

Fraquezas: Compromisso e foco no sucesso do tipo 3 vs superficialidade e foco no prazer do tipo 7;

  • Tipo 7 + 4

Forças: Ambos se sentem especiais, mas com intensidades diferentes;

Fraquezas: Profundidade, tristeza e nostalgia do tipo 4 vs superficialidade, alegria e planos futuros do tipo 7;

  • Tipo 7 + 5

Forças: Ambos prezam pela independência;

Fraquezas: Isolamento do tipo 5 vs excesso de energia do tipo 7;

  • Tipo 7 + 6

Forças: Ambos possuem imaginação fértil e ativa;

Fraquezas: Hesitação e compromisso do tipo 6 vs positividade e distração do tipo 7;

  • Tipo 7 + 7

Forças: Narcisista, criativo, otimista e cheio de energia;

Fraquezas: Planos futuros, empolgação e falta de comprometimento;

  • Tipo 7 + 8

Forças: Ambos possuem independência, muita energia e impulsividade;

Fraquezas: Acesso à raiva do tipo 8 vs fuga de situações difíceis do tipo 7;

  • Tipo 7 + 9

Forças: Ambos possuem uma ampla visão do mundo, mas hesitam e procrastinam;

Fraquezas: auto referência e inércia do tipo 9 vs foco no exterior e alta energia do tipo 7;

Todos os tipos possuem forças e fraquezas, cabe a eles se desenvolverem para compreenderem qual a melhor forma de trabalha-los dentro dos relacionamentos! E você? Está pronto para se desenvolver? 😉

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RH: descubra como tornar o setor mais estratégico
Inovação: como ela transformou as empresas e a gestão de pessoas
Organização no trabalho: o que ela pode dizer sobre você?
Andragogia: o que é e como ela pode ajudar sua empresa
Eneagrama – Deu match tipo 7